EFE )

Sanções dos EUA contra Delcy Rodríguez são suspensas, e Venezuela busca alívio econômico

BeeNews 02/04/2026 | 08:06 | Brasília
3 min de leitura 580 palavras

Explore Carregando data… Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo Notícias Últimas Vozes Saber Editoriais Política Ideias Economia Cidadania Mundo Cultura Vídeos Mundo Ditadora fora da lista dos EUA Delcy comemora retirada de sanções e diz que medidas contra Venezuela também devem ser derrubadas Por Fábio Galão

Dê de presente A ditadora interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em participação por vídeo em fórum sobre investimentos em Miami, na semana passada (Foto: Marcelo Garcia/Palácio de Miraflores/EFE ) Ouça este conteúdo

A ditadora interina da Venezuela, a chavista Delcy Rodríguez, comemorou nesta quarta-feira (1º) a retirada das sanções dos Estados Unidos contra ela e afirmou que espera que essa medida seja o primeiro passo para a derrubada de punições semelhantes contra o país.

“A decisão do presidente [Donald] Trump é um passo significativo na direção certa para normalizar e fortalecer as relações entre nossos países. Confiamos que esse progresso e essa determinação levarão, em última instância, ao levantamento das sanções adicionais em vigor contra o nosso país”, escreveu Rodríguez no X.

“Isso permitirá um rápido desenvolvimento econômico, investimentos e uma agenda eficaz de cooperação bilateral para o benefício de nossos povos. Vamos continuar trabalhando por uma Venezuela próspera para todos!”, acrescentou a ditadora.

Nesta quarta-feira, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro dos EUA retirou o nome da chavista da sua lista de alvos de sanções econômicas, onde Rodríguez estava desde 2018 devido a acusações de corrupção e violações de direitos humanos.

Rodríguez se tornou ditadora interina da Venezuela no início de janeiro, depois que os Estados Unidos realizaram uma operação militar em Caracas que resultou na captura do então ditador Nicolás Maduro e da esposa deste, Cilia Flores, para que respondam na Justiça federal americana a acusações relacionadas a narcoterrorismo.

Desde então, o regime chavista tem se aproximado dos Estados Unidos (com quem fez uma parceria de longo prazo na área de energia) e recebido elogios de Trump, que se recusou a apoiar a líder oposicionista María Corina Machado para comandar a Venezuela, alegando que ela não teria o apoio necessário dentro do país.

Na segunda-feira (30) , Washington reabriu sua embaixada em Caracas após o restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, que estavam rompidas desde 2019.

Neto de Fidel apoia acordo com os EUA e diz que Cuba quer ser capitalista Trump permite chegada de petroleiro russo a Cuba Em nova audiência, juiz de Nova York nega pedido de Maduro para arquivar caso Você pode se interessar Trump diz que “novo presidente” do Irã pediu cessar-fogo PSOL pede que Moraes rejeite parecer de Gonet sobre aborto A IA virou arma militar — e a liberdade está sob risco STJ decide se sindicatos podem pleitear verbas do Fundeb Deixe sua opinião

Li e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade da Gazeta do Povo.

Enviar Principais Manchetes Pacote de estímulos não gera efeito nas pesquisas e Lula ativa “modo desespero” Governo Trump acusa o Brasil de práticas comerciais desleais; acompanhe o Café com a Gazeta do Povo Palanque em estado-pêndulo e vice ideal: o fator Zema na equação eleitoral de Flávio Bolsonaro Lula formaliza indicação de Messias ao STF; agora, é com o Senado Tudo sobre:

EUA – Estados Unidos Nicolás Maduro Venezuela Receba nossas notícias NO CELULAR

Whatsapp Telegram WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Créditos da imagem: EFE )

Fonte: gazetadopovo.com.br

Palavras-chave: Mundo | BeeNews, venezuela, ditadora, rodríguez, trump, sanções, estados, unidos, gazeta, povo, delcy
Compartilhe:

Menu