O primeiro transplante de rosto com doadora que solicitou eutanásia foi realizado nesta segunda-feira, no Hospital Vall d’Hebron, em Barcelona. A cirurgia inovadora trouxe avanços significativos graças ao planejamento cirúrgico baseado em tecnologia 3D, envolvendo cerca de 100 profissionais.
Planejamento tecnológico inédito
A doadora, que expressou o desejo de doar órgãos e rosto, possibilitou um planejamento cirúrgico sem precedentes. Joan-Pere Barret, chefe da unidade de cirurgia plástica do hospital, destacou o uso de modelos em três dimensões para alcançar máxima compatibilidade funcional.
Importância do avanço médico
Desde o primeiro transplante facial em 2005, na França, foram realizados 54 transplantes no mundo. O procedimento no Hospital Vall d’Hebron é classificado como um marco por devolver função e sensibilidade, transformando a vida da receptora Carmen, antes desfigurada por uma infecção.
Impacto na vida da receptora
Carmen, a receptora, relatou que o transplante lhe devolveu qualidade de vida. Antes incapaz de comer e se comunicar, agora aguarda recuperação total em até um ano, continuando sua fisioterapia facial.
Contribuição emocional da doadora
A doadora expressou felicidade ao saber que poderia doar seu rosto, gerando um impacto emocional profundo em todos os envolvidos. A equipe multidisciplinar considera o procedimento histórico, simbolizando um avanço médico e humano significativo.
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